09:57 | 26/07/2017

Robôs Autônomos na Indústria 4.0 - Robôs que “aprendem” e “pensam”

Não é ficção científica ou uma previsão para o próximo século, é aqui e agora

A evolução tecnológica dos robôs autômatos atuais levaram as máquinas a não só substituírem os seres humanos nas linhas de produção, acelerando o processo praticamente sem cometer erros, como também maximizou a eficiência para muito além do espectro humano de capacidade.

Fonte: shutterstock

Desde os primórdios da automação, a evolução tecnológica sempre está no epicentro da transformação digital. Em teoria, com a automação tudo se torna mais barato, mais confiável e mais resistente, permitindo que os seres humanos trabalhem mais com projetos criativos e inovadores.

O século 20 viu a ascensão das máquinas, com a criação de pistões de bombeamento e grandes braços mecânicos capazes de levantar partes pesadas e montá-las com facilidade e precisão. No século 21 a eficiência e meticulosidade das máquinas aumentou a ponto de suas qualificações serem utilizadas em diversas áreas. O que elas podem fazer agora é um salto quântico em relação ao que poderiam fazer antes da era digital - e o ritmo desta mudança está acelerando. Isso é graças em grande parte à internet das coisas e big data, que está produzindo máquinas capazes de "aprender" para não dizer "pensar".

Uma vez que a tecnologia permite que algo seja realizado a partir de dados reunidos, esta automatização torna-se equivalente ao pensamento cognitivo. Isto é possível com a combinação de dados, análise e robótica, aliadas a ferramentas inteligentes de autoaprendizagem que executam as decisões que devem ser tomadas. As aplicações são inúmeras, de detecção de fraude à melhoria na tratativa de reclamações, a lista é longa.

Com a automatização dos processos fabris, a análise da linha de produção é feita mais rapidamente, diminuindo assim o tempo de comunicação entre os clientes e parceiros de negócios. Esses processos abrangem monitoramento, a coordenação entre as diferentes unidades de negócio e gestão do ciclo de vida do produto. Comparados aos trabalhos braçais, estes processos seriam muito mais lentos e ineficientes.

Com os avanços rápidos na inteligência artificial, automação, robótica e da Internet das coisas, é óbvio que o mundo entrou numa nova era industrial.

Fonte: Raconteur.